sábado, 13 de junho de 2009
domingo, 16 de novembro de 2008
Marionete
Se por um instante Deus se esquecesse de que sou uma marionete de trapo, e me presenteasse um pedaço de vida, possivelmente não diria tudo o que penso, mas definitivamente pensaria tudo o que digo. Daria valor às coisas, não pelo que valem, senão pelo que significam. Dormiria pouco e sonharia mais, entendo que por cada minuto que fechamos os olhos, perdemos sessenta segundos de luz.
Andaria quando os demais se detêm, despertaria quando os demais dormem, escutaria enquanto os demais falam, e como desfrutaria de um bom sorvete de chocolate...
Se Deus me obsequiasse um pedaço de vida, me vestiria com simplicidade, me atiraria de bruços ao sol, deixando descoberto, não somente meu corpo, mas também minha alma. Deus meu, se eu tivesse um coração.... Escriveria meu ódio sobre o gelo, e esperaria que saísse o sol.
Deus meu, se eu tivesse um pedaço de vida... Não deixaria passar um só dia sem dizer à gente que quero, que a quero muito. Convenceria a cada mulher e homemde que são meus fav
oritos e viveria enamorado do amor.
oritos e viveria enamorado do amor. Aos homens provaria quão equivocados estão ao pensar que deixam de enamorar-se quando envelhecem, sem saber que envelhecem quando deixam de se enamorar.
A uma criança daria asas, mas deixaria que ela aprendesse a voar sozinha. Aos velhos, a meus velhos, ensinaria que a morte não chega com a velhice, mas com o esquecimento.
Tantas coisas aprendi de vocês, homens.... Aprendi que o mundo todo quer viver no alto da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a escarpa.
Aprendi que quando um recém-nascido aperta com seu pequeno polegar pela primeira vez o dedo de seu pai, o tem amarrado para sempre.
Aprendido que um homem unicamente tem direito de olhar outro homem de cima para baixo, quando o tiver ajudado a se levantar.
São tantas coisas as que pude aprender de vocês, mas finalmente de muito não haverão de servir porque quando me guardem dentro desta maleta, infelizmente estaria morrendo....
De autor anônimo - Atribuído a García Márquez
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sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Eu odeio ter tanta certeza de que ainda te amo
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Eu ainda te odeio... e isso só me faz pensar no quanto um sentimento é capaz de resistir. Eu ainda te odiar, significa que nem por um dia eu deixei de pensar. Que o mais intenso dos meus sentimentos foi voltado a isso. Eu te odiei do momento em que sumistes daqui, até a hora em que voltasses a me procurar.
E eu te odiei por me fazer sentir tanta a tua ausência. Eu odeio o modo irritante de como tiras o meu sono. O modo como me traz instabilidade em dias de calmaria. E eu odiei te perdoar, por uma, duas e até três vezes...
Odiei não conseguir rasgar tuas fotos, apagar os teus recados. Odiei ainda mais, precisar encarar a vida sem ti, dar passos cegos e até procurar outros amores em vão. Odeio ficar comparando pessoas a você e saber mesmo assim, que ninguém fará comigo o que tu ainda fazes.
Odeio ver o relógio parado durante tempos em que nos afastamos. Ter provas reais de que o destino vive a brincar conosco.
Ainda te odeio tanto...
E eu te odiei por me fazer sentir tanta a tua ausência. Eu odeio o modo irritante de como tiras o meu sono. O modo como me traz instabilidade em dias de calmaria. E eu odiei te perdoar, por uma, duas e até três vezes...
Odiei não conseguir rasgar tuas fotos, apagar os teus recados. Odiei ainda mais, precisar encarar a vida sem ti, dar passos cegos e até procurar outros amores em vão. Odeio ficar comparando pessoas a você e saber mesmo assim, que ninguém fará comigo o que tu ainda fazes.
Odeio ver o relógio parado durante tempos em que nos afastamos. Ter provas reais de que o destino vive a brincar conosco.
Ainda te odeio tanto...
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E te odeio porque sei que não percebes que te odiar, é o mais visível traço de que ainda te tenho em mim. De forma íntima e inabalável. Eu te odeio por nunca ter conseguido te afogar das minhas memórias feitas minuciosamente pelos teus toques e trejeitos.
Odeio o fato de só tu não entenderes isto e, mesmo assim, de forma automática chego até ti em busca de respostas. Odeio te conhecer tão bem e saber que pra ti as coisas não são assim. Eu odeio ver os meus desejos sendo sufocados por prevenção, envoltos em dúvidas.
Eu te odeio, por levar um segundo para entrar e a eternidade para sair da minha vida. Eu odeio que seja você a aquarela da minha existência. Eu odeio o jeito que me envolves. Eu odeio te ver como solução. Eu odeio o atraso que me causas e a rapidez com que me esqueces.
Odeio o fato de só tu não entenderes isto e, mesmo assim, de forma automática chego até ti em busca de respostas. Odeio te conhecer tão bem e saber que pra ti as coisas não são assim. Eu odeio ver os meus desejos sendo sufocados por prevenção, envoltos em dúvidas.
Eu te odeio, por levar um segundo para entrar e a eternidade para sair da minha vida. Eu odeio que seja você a aquarela da minha existência. Eu odeio o jeito que me envolves. Eu odeio te ver como solução. Eu odeio o atraso que me causas e a rapidez com que me esqueces.
Eu odeio ter tanta certeza de que ainda te amo!
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sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Hoje o MEU SOL se pôes antes do dia acabar!
Aquele Adeus. Aquele adeus que não questiona. Um ciclo vicioso interminável. Interminável? Amanhã voltarás? Amanhã deitarás de novo no horizonte?Sol que nasce, sol que aquece, sol que queima, sol que se põe... e há-de voltar a nascer. Morres todos os dias, com a certeza de voltar?Amanhã dizer-te-ei Adeus? És tu que vais ou sou eu que fico? Ficarei? Com que certeza? Nenhuma. Hoje acordei e já me aquecias. E lembro-me, agora, que te esquecia. Tu, fonte de vida, fulcral e insignificante, como tanto mais que me rodeia e me esqueço de valorizar, de amar. E se amanhã és tu que ficas e eu que vou? Se eu for e não voltar? Não quero ir sem te ter amado. Porque um dia deixar-te-ei, ou então, serás tu a deixar-me. Mas quando chegar o dia em que não voltarei a ver-te recolher no horizonte, envolvido em beleza que dispersa, lembrar-me-ei, de tudo! E lembrar-me-ei que tudo amei, ou ao menos, em cada dia esforcei por amar. Porque o que é fulcral jamais poderá ser esquecido, jamais poderá ser insignificante. Amanhã quero te ver de novo. E quando gritares a tua beleza, tão única, à hora do Adeus, espero lá estar. Dizer-te-ei Adeus e saberás o meu desejo mais profundo, o de ter amado hoje o máximo, e o de puder, amanhã, amar ainda mais.quinta-feira, 4 de setembro de 2008
ESTOU CUIDANDO BEM DE MIM!
Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores.Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores.
Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores.
Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores.
Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho.
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho.
Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho.
Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho.
Estou podando meu jardim... Estou Cuidando Bem De Mim!
Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho.
Estou podando meu jardim... Estou Cuidando Bem De Mim!
segunda-feira, 28 de julho de 2008
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Quero paz e não guerra!
Quero paz e não guerra...
Quero um amanhã mais alegre... Um amanhã onde impere, a lei da paz, do amor, da amizade. Que os homens esqueçam o passado e comecem um diálogo fraterno de paz.
Que os homens comecem a falar de amor, a dialogar fraternalmente!Um diálogo, que leve a todos os homens, ao encontro do verdadeiro amor, da verdadeira paz universal!
Que os homens comecem a falar de amor, a dialogar fraternalmente!Um diálogo, que leve a todos os homens, ao encontro do verdadeiro amor, da verdadeira paz universal!
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