
quinta-feira, 10 de julho de 2008
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Reabro as Janelas
Reabro as janelas, a claridade entra em meu quarto... vivo de novo, ressurjo das trevas, volto à vida, enfim renasço.
Minha vida se enche de luz, todo meu quarto clareia... a luz nos
meus olhos reluz minh’alma... e meu peito incendeia.
meus olhos reluz minh’alma... e meu peito incendeia.A chama da vida me envolve, aquece e esquenta meu corpo, minha tristeza se dissolve, minha alegria volta de novo. Minha vida que era triste, foi-se embora, não existe, agora só alegria brilha no céu do meu dia!
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Desaparecendo como uma foto de Polaroid
Por favor, ponha máscaras, ou qualquer um dos seus íntimos disfarces. Quero minha nudez, solitária, porque o baile a cada hora acaba, as fantasias sempre se renovam, e eu pretendo sobrar assim, sem nada... Se alguém, intrépido, insiste em permanecer tal como é, nu ou despojado, ao partir vai me despedaçar com sua ausência. Serei então melancolia e saudade sem tréguas. Enfim, o meu retrato: O negativo irrevelável de quem se mostrou, partiu e me legou a saudade eterna.( Antonio Carlos Mattos)
sábado, 5 de julho de 2008
Somos frutos da mesma composição orgânica!
Tu és pó e ao pó "reverteres"e em verdade é só isso que queres. Vem do sol o que queima e as cores... amanhã o teu pó serão flores!
Quando sinto no pescoço um nó... vem o vento e me sopra, eu sou pó!
(Composição de Beto Brasiliense, cantada por Oswaldo Montenegro)
sábado, 28 de junho de 2008
Agora eu vou viver!
Chega de ficar quebrando a cara com os velhos erros de sempre. Quero cometer erros novos, passar por apertos diferentes, experimentar situações desconhecidas, sair da rotina e do lugar comum. Eu preciso crescer!Chega de saber a saída e ficar parado na porta, ensaiando os passos sem nunca entrar na estrada, esperando que me venha o que eu mais preciso encontrar. Se eu tiver que sofrer, será por sofrimentos reais, nunca mais por males imaginários, preocupado com coisas que jamais acontecerão!
Chega de planejar o futuro e tropeçar no presente. Chega de pensar demais e fazer de menos. Chega de pensar de um jeito e fazer de outro. Chega do corpo dizer sim e a cabeça, não. Chega desses intermináveis conflitos que me fazem adiar para nunca a minha decisão.
Agora eu vou viver!
Agora eu vou viver!
"Hoje eu acordei tão só, mais só do que eu merecia!"
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência!
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade!
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio!
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente... Isto é um princípio da natureza!
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância!
Solidão é muito mais do que isto... SOLIDÃO é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma!
terça-feira, 22 de abril de 2008
“Que o teu silêncio me fale cada vez mais”
O silêncio pode ser a pior arma apontada a alguém!" Você já se sentiu naquele momento em que não tinha mais nada para falar?Não que seu discernimento acabasse ou sua inteligência esvaicesse. Não... são aqueles momentos em que vc deixa o universo fazer a sua parte. O momento em que vc percebe que o universo se encarregará de suas palavras... e que elas, por mais que possam ser perfeitas, de nada acrescentariam na ocasião.
São muitas e muitas vezes que precisamos optar entre falarmos ou ficarmos em silêncio. E, sinceramente, esta dúvida acaba sendo cruel. Afinal, muitas são as coisas que queremos falar ... muitos são os fatos que queremos explanar e muitas são as mágoas que queremos repartir.
Mas olhando para frente, visando um futuro mais altruista ou mesmo pela necessidade repentina de nada falar, aquele tipo de necessidade que acaba não vindo do nosso racional; mas sim de nossa essência. Percebemos que o silêncio pode ser uma dádiva.
A dádiva do silêncio não deve ser encarada como omissão, mas sim como o fato da não perpetuação de certas ações ou emoções.
É no silêncio que acabamos dando valor as palavras.
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